10/05, 19:00h, Mesa temática: Ditaduras Militares na América Latina: legados e transições

Resumo

Participantes

Emilio Crenzel (UBA)

Título: No sólo una transición singular. Los Derechos Humanos y la democracia en la Argentina

Doctor en Ciencias Sociales (Universidad de Buenos Aires). Investigador Independiente del CONICET, especialista en memoria social, historia reciente y justicia transicional. Es Profesor de la Carrera de Sociología de la Facultad de Ciencias Sociales de la UBA y de cursos de posgrado en universidades nacionales y extranjeras. Publicó los libros Memory of the Argentina Disappearances: The Political History of Nunca Más (Nueva York/Londres, Routledge, 2011); La historia política del Nunca Más: La memoria de las desapariciones en la Argentina, (Buenos Aires, Siglo XXI, 2008 y 2014) Memorias enfrentadas: el voto a Bussi en Tucumán (Universidad Nacional de Tucumán, 2001) El Tucumanazo (CEAL, 1991, Universidad Nacional de Tucumán, 1997 y 2015) y editó, junto a Eugenia Allier, los libros The Stuggle for Memory in Latin America: The Recent History of Political Violence (Palgrave, 2015) y Las luchas por la memoria en América latina: la historia reciente y violencia política (UNAM, 2015).

Samantha Viz Quadrat (UFF)

Título: Os lugares de consciência e os legados autoritários na América Latina

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (1995), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (2005). Atualmente é professora associada de História da América Contemporânea da Universidade Federal Fluminense, onde atua no Núcleo de Estudos Contemporâneos e no Núcleo de Pesquisa História e Ensino das Ditaduras, e vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em História da UFF. Tem experiência na área de História Latino-Americana, com ênfase nas últimas ditaduras militares, atuando principalmente nos seguintes temas: memória, violência política, direitos humanos, ensino de História e juventudes.

Rodrigo Patto Sá Motta (UFMG)

Título: Os diferentes modelos de transição no Cone Sul e Brasil e seu desafiador legado

Possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais(1990), mestrado em História pela mesma instituição (1993) e doutorado em História pela Universidade de São Paulo (2000). Realizou estudos de pós-doutorado e atuou como professor-pesquisador visitante na Universidade de Maryland (2006-2007), e atuou como Professor visitante na Universidad de Santiago de Chile (2009), na Universidad Nacional de Colombia (2015) e no IHEAL da Universidade de Paris III (Cátedra Simón Bolivar, 2016).. Atualmente é professor associado da Universidade Federal de Minas Gerais e pesquisador do CNPq. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República e História Contemporânea. Atua principalmente no campo da História Política, pesquisando tanto temas da vertente clássica (partidos, instituições) como abordagens que dialogam com a "nova história" (representações, iconografia, cultura política). Suas pesquisas recentes concentram-se em questões relacionadas ao golpe de 1964 e ao regime militar, envolvendo temas como repressão política (DOPS, ASI), anticomunismo, política universitária, memória e atuação da esquerda. As publicações mais relevantes são os livros: Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil (SP: Perspectiva, 2002), Jango e o golpe de 1964 na caricatura (RJ: Zahar, 2006) e As universidades e o regime militar (RJ: Zahar, 2014). Foi presidente da Associação Nacional de História (ANPUH) no período 2013-2015 e co-presidente da Seção História Recente e Memória da Latin American Studies Association (2015).

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